O IBER e o compromisso de conduzir a cadeia de baterias à posição de referência no atendimento da PNRS no Brasil

A Política Nacional de Resíduos Sólidos completa 10 anos neste início de agosto e o IBER reforça sua missão de avançar na estruturação de ferramentas para posicionar as empresas fabricantes, distribuidoras, importadoras, comerciantes e recicladoras de baterias como modelos de cumprimento da legislação.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) completou 10 anos de vigência neste início de agosto. A lei, que carrega uma diversidade de normas e diretrizes para gestão dos resíduos no Brasil, é revolucionária. O Instituto Brasileiro de Energia Reciclável – IBER, desde 2016, tem apoiado a sua evolução, contribuindo diretamente para superação de desafios e posicionando a cadeia produtiva de baterias chumbo-ácido como um dos setores de referência no atendimento da legislação.

O IBER foi criado para conduzir as empresas fabricantes, distribuidoras, importadoras, comerciantes e recicladoras de baterias automotivas e industriais ao atendimento da PNRS. Somente em 2019, mais de 275 mil toneladas de baterias tiveram destinação ambientalmente correta comprovada, fruto do trabalho do IBER e do compromisso sustentável das empresas associadas.

Hoje, o IBER representa cerca de 80% do mercado nacional de baterias e é a primeira organização brasileira a desenvolver expertise e uma plataforma inteligente para apoiar a cadeia de reciclagem de baterias automotivas e industriais. O objetivo é não apenas comprovar o cumprimento da lei, mas ajudar a aprimorar processos, otimizar recursos e agregar valor às marcas com responsabilidade sustentável.

Toda a legislação tem um grande objetivo: proteger a saúde das pessoas e o Meio Ambiente dos perigos do descarte incorreto de resíduos, especilamente os considerados perigosos. Para isso, estruturou a gestão integrada dos resíduos sólidos e responsabilidade compartilhadas pelo ciclo de vida dos produtos, envolvendo todos os elos das mais diversas cadeias produtivas.

Assim, a PNRS estabeleceu ao setor privado a obrigatoriedade da Logística Reversa. Essa atividade passou a contar com segurança jurídica e um arcabouço de diretrizes para sua regulamentação e fiscalização. As empresas precisaram comprovar os dados fornecidos as autoridades ambientais e, para atender essa obrigação de forma eficaz, passaram a ser estruturados sistemas coletivos de logística reversa, como o do IBER.

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