Cadeia produtiva de baterias é essencial no combate ao novo Coronavírus

A produção, distribuição e comercialização de baterias de chumbo-ácido no Brasil são vitais para a manutenção de atividades primoridais para a Nação no atual momento de enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus (covid-19).

O IBER faz parte dessa cadeia produtiva como entidade gestora da logística reversa de baterias de chumbo-ácido no Brasil. Juntamente com as empresas associadas contribui para construção de um futuro mais sustentável. E deixa aqui sua homenagem aos profissionais que estão atuando para ajudar o Brasil a enfrentar esse imenso desafio.

O papel desempenhado pelas baterias é silencioso, mas crucial. O mais importante é a manutenção dos serviços médicos e hospitalares, o que inclui desde permitir a circulação de ambulâncias e o transporte de médicos, enfermeiras e profissionais das áreas administrativas, até viabilizar o funcionamento das unidades de Saúde, das máquinas e equipamentos usados no atendimento dos pacientes, inclusive os que precisam de UTIs, e de seus servidores de internet e dados.

Também são baterias que permitem caminhões rodarem e, com isso, garantirem o abastecimento de alimentos e produtos de higiene e limpeza para as cidades brasileiras. Garante ainda a energia para viabilizar o funcionamento de supermercados, mercados, farmácias, pois todas essas atividades têm sistemas interligados que necessitam de no-breaks para não sofrerem com eventuais interrupções na rede elétrica.

Baterias ainda mantêm ativos os serviços de Telecomunicações e Internet para toda população; contribuem para o transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; para atividades de Defesa Nacional e Civil, como deslocamento de bombeiros e Forças Armadas; e para a manutenção da Segurança Pública, através da circulação de autoridades policiais e de trânsito.

Fabricantes, distribuidores e revendedores de baterias estão trabalhando para que o País possa funcionar. Todas as empresas da cadeia produtiva estão respeitando as orientações das autoridades de Saúde – Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde – com o objetivo de manter suas atividades, com total proteção aos seus funcionários e consumidores.

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