A Economia Sustentável é o futuro no pós-pandemia

O mercado de capitais, responsável por financiar empresas tem, cada vez mais, privilegiado projetos e negócios de economia limpa, ambientalmente corretos e inovadores. Especialistas têm chegado a um consenso de que a pauta socioambiental será determinante nas escolhas dos novos investimentos. 

A transformação da Economia, rumo a um modelo econômico onde Sustentabilidade passa a exercer papel dominante na atração de consumidores e na reputação das empresas, ganha mais um catalisador. O mercado de capitais, responsável por financiar novos investimentos e injetar recursos nas companhias, tem, cada vez mais, privilegiado projetos e negócios de economia limpa, ambientalmente corretos e inovadores.  

A Economia Sustentável nunca foi tão apontada como futuro para sociedade como no atual momento. E o IBER é parceiro estratégico para as empresas do setor de baterias chumbo-ácido cumprirem a legislação vigente e serem reconhecida como ecologicamente comprometidas. Por meio de seu sistema de logística reversa, considerado referência no Brasil pelos órgãos ambientais, o IBER contribui para o atingimento das metas, oferece capacitação em gestão, suporte na resolução de problemas e agregar valor à Imagem e Reputação dos negócios.   

Diante da perspectiva de uma maior participação de pessoas físicas no mercado de renda variável, como Bolsa de Valores, por exemplo, os investimentos em ações de empresas sustentáveis se configura como os mais promissores para o período de pós-pandemia e de retomada socioeconômica. Especialistas têm chegado a um consenso, de que a pauta socioambiental será determinante nas escolhas dos investimentos.  

Em apenas um ano, entre julho de 2019 e junho de 2020, o número de investidores pessoas físicas na B3 (ex-Bolsa de Valores de São Paulo), duplicou. A maior parte desses novos integrantes são jovens, conscientizados e que miram investimentos de longo prazo, onde práticas sustentáveis se mostram estratégicas para a valorização das companhias.  

Essas sinalizações já foram feitas antes da pandemia da COVID-19, no último Fórum Econômico Mundial, em Davos, no final do mês de janeiro. Além disso, continentes que jpa estão na fase de convivência com o novo Coronavírus, como a União Europeia, anunciam aportes massivos: serão destinados 1,8 trilhão de euros para investimentos guiados pelo baixo carbono até 2027, com ênfase na Economia Circular, energia renovável, agronegócio sustentável e restauração ecológica, dentre outros. 

Comentários